Este texto eu recebi da Edna, por e-mail!!! A Edna é uma amiga virtual q vira e mexe me manda coisas muito legais!!!
 
Eu hj parei para ler uns e-mails antigos dela e achei este texto!
 
Achei q ele tem representa um pouco como eu me sinto agora!
Com a pessoa que eu amo estando tão longe de mim... mas mesmo assim eu continuo rindo a toa!!!
 
Espero q vcs tb gostem... eu sei q o texto é grande mas quem tiver paciência vai gostar muito da mensagem ;)
 
Beijos a todos ;)
Se eu não tiver tempo de voltar aqui para fazer um post de FELIZ NATAL especial... Fica aqui registrado meus votos de um natal maravilhoso para todos vcs ;)
 
 
FELICIDADE REALISTA
 
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda mais complexos. Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos, sarados, irresistíveis.
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando. Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário, queremos ser felizes assim e não de outro jeito. É o que dá ver tanta televisão.
Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista.
Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimo de felicidade.
Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com um parceiro, feliz sem nenhum.
Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.
E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável.
Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno.
É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente.
A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio.
Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.
Se a meta está alta demais, reduza-a.
Se você não está de acordo com as regras, demita-se.
Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz.
Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade.
Ela transmite paz e não sentimentos fortes, que nos atormenta e provoca inquietude no nosso coração.
Isso pode ser alegria, paixão, entusiasmo, mas não felicidade.
 
Mário Quintana

hummm... deixa eu ver por onde eu começo...

Na verdade nem sei por onde começar... bem não vou terférias tão cedo qto eu imaginava...

A parte boa é q eu estou conseguindo terminar os trabalhos... os prazos estão indo para o espaço... mas fazer o q? =|

Além disso, o natal está chegando... tem cheiro de coisa boa no ar, né não? Vcs não concordam? =)

Vou postar este texto q eu peguei no site do meu amigo edu cowboy (http://www.educowboy.blogger.com.br/).

Eu gostei muito da mensagem dele, e além disso tem muito haver com o momento... =)

Bjos ;)


A Cor da Saudade

Era uma vez uma menina que tinha como seu melhor amigo um pássaro encantado.
Ele era encantado por duas razões. Primeiro, porque ele não vivia em gaiolas, vivia solto, vinha quando queria.
Vinha porque a amava.
Segundo, porque, sempre que voltava, suas penas tinham cores diferentes, as cores dos lugares por onde tinha voado.
Certa vez, voltou com penas imaculadamente brancas, e ele contou estórias de montanhas cobertas de neve.
Outra vez, suas penas estavam vermelhas, e ele contou estórias de desertos incendiados pelo sol.
Era grande a felicidade, quando eles estavam juntos.
Mas sempre chegava o momento quando o Pássaro dizia:
- Tenho de partir.
A menina chorava e implorava:
- Por favor, não vá. Fico tão triste. Terei saudades. E vou chorar...
- Eu também terei saudades, dizia o Pássaro. Eu também vou chorar. Mas vou lhe contar um segredo: eu só sou encantado por causa da saudade. É a tristeza da saudade que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. E eu deixarei de ser o pássaro encantado. Você deixará de me amar.
E partiu...
A menina, sozinha, chorava.
E, numa noite de saudade, ela teve uma idéia: Se o pássaro não puder partir, ele ficará. Se ele ficar, seremos felizes para sempre. E, para ele não partir, basta que eu o prenda numa gaiola.
Assim, a menina comprou uma gaiola de prata, a mais linda.
Quando o pássaro voltou, eles se abraçaram;
ele contou a ela lindas estórias e adormeceu.
A menina, aproveitando-se do seu sono, o engaiolou.
Quando o pássaro acordou, deu um grito de dor.
- Ah ! menina o que você fez? Quebrou-se o encanto.
Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias.
Sem a saudade, o amor irá embora.
A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar.
Mas não foi isso que aconteceu. Caíram as plumas e o penacho.
Os vermelhos, os verdes e os azuis das penas,
transformaram-se em um cinzento triste.
E veio o silêncio. Deixou de cantar.
Também a menina se entristeceu.
Não era aquele o pássaro que ela amava.
E de noite chorava, pensando naquilo que havia feito ao seu amigo...
Até que não mais agüentou. Abriu a porta da gaiola.
- Pode ir, pássaro", ela disse. Volte quando você quiser...
- Obrigado, menina, disse o pássaro.
- Irei e voltarei quando ficar encantado de novo. E você sabe: Ficarei encantado de novo quando a saudade voltar dentro de mim e dentro de você...

Quantas vezes, em algum determinado momento, aprisionamos a quem amamos, pensando que estamos fazendo o melhor?

Muitas vezes, deixar livre é uma forma singela de ver voltar...

Tudo que amo deixo livre... porque, se voltar,
é sinal de que o conquistei; se não voltar,
é porque nunca me pertenceu.
(Autor desconhecido)

Observação da Lara Croft sobre este finalzinho de texto : "eu acho pertencer uma palavra muito forte... Além disso, só aplicável a objetos inaminados (talvez animais tb), nunca a pessoas. Mas o texto estava assim e eu não ia mudar né? rsrsrs"


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